quinta-feira, 18 de Setembro de 2014

January 2015


Hey Berlin. See you soon.

Os circos



Já se sabe que o Homem sempre gostou muito de usar os animais a seu bel-prazer. Não que dantes fosse melhor, antigamente fazia-se com um propósito bastante diferente do de hoje. Antes era preciso. Agora? Agora é só estúpido.

Deparei-me com esta imagem no meu feed do facebook e fiquei a olhar para a foto ainda alguns minutos. É ridículo. Gostava que vocês percebessem pelo menos 1/10 do nojo que esta foto me faz sentir. Sinto vergonha da espécie humana em alturas destas; nós que nos auto-proclamamos seres superior mas que, somehow, precisamos, ainda, de manipular seres inocentes para ganharmos dinheiro (e aqui podemos falar também do uso de animais para transportar turistas por exemplo. Não há cidade que não tenha cavalos a transportar pessoas medíocres de um lado para o outro - sim, MEDÍOCRES). Cada vez que alguém tortura um animal só porque sim, para entreter pessoas, ou cada vez que alguém paga um bilhete de circo, estamos a perpetuar um sofrimento completamente evitável. Pessoalmente, acho que pessoas que usam animais, são só apenas a demonstração mais óbvia (e repugnante) dos retardados mentais que habitam este planeta e que, infelizmente, partilham o mesmo ar que eu (que me chateia tremendamente, muito sinceramente).

Nomofobia


Nunca na vida fui tão viciada no meu smartphone como agora. Estou a chegar àquele ponto em que nem sequer percebo como é que existem pessoas que têm os chamados "tijolos".
A minha vida é, sem dúvida, completamente dependente do meu telemóvel e, especialmente agora, não a conseguiria fazer/gerir de outra maneira. Adoro o pragmatismo dos smartphones. Podes fazer tudo à distância de um arrastar de dedos. Amazing!

domingo, 14 de Setembro de 2014

Reflexões de Domingo à tarde



Cada vez mais me vou conhecendo melhor e cada vez mais gosto da pessoa em que me estou a tornar, o que é uma sensação de preenchimento enorme. Não quero com isto dizer que sou perfeita, far from it. Estou a dizer que, dentro das minhas qualidades e defeitos, acho que há uma boa balança entre ambos os lados.

Apercebi-me que o facto de nos darmos com pessoas e, acima de tudo, de nos darmos com quem damos, tem um impacto tremendo na pessoa que foste, que és e que te vais tornar. A partir das tuas experiências de vida, obviamente muitas delas relacionadas com interacções com outras pessoas, vais-te conhecendo. Vais-te sabendo moldar a elas. Não quer com isto dizer que vais mudar quem és ou aspectos da tua personalidade. Quer dizer que, dependendo da situação e pessoas envolvidas, vais aprendendo que lados teus mostrar, em que quantidades (I mean, num grupo de intelectuais, não me vou pôr a fazer piadinhas porcas a torto e a direito) e, muito importante, que características tuas não queres ver expostas (ou seja, devido a uma má impressão ou má experiências, vais aprendendo que, se calhar, com certas pessoas e/ou determinados grupos é melhor manteres-te mais discreta sob risco de te verem de uma forma totalmente diferente da que és).

Eu agora juntei-me a uma associação e estou a gostar de ver as diferentes interacções que tenho com as pessoas. Sei exactamente (bem, não exactamente mas o pessoal vai ganhando umas noções) o que fazer, dizer, não fazer e não dizer. Há muito tempo que não me sentia tanto em provação. Adoro conhecer pessoas novas é certo, mas aqui estamos a falar de uma equipa à qual espero pertencer por algum tempo. Não estamos a falar de pessoas que conheces e que sabes que, ou nunca mais as vais ver (tipo, pessoas random que conheceste em plena noite no bairro alto e que achaste piada à conversa mas que nem sequer trocaste um contacto ou o quer que seja - e quando digo conversa, não me refiro a engate), ou então que não as vais ver numa regular basis. Estamos a falar de pessoas que sabes que vais manter contacto e isso não me acontecia há imenso tempo (claro que em Erasmus aconteceu mas foram contextos diferentes. Em Erasmus o pessoal queria era diversão, a associação é uma coisa séria).

Em Erasmus fui forçada a crescer, fui forçada a dar-me com pessoas que não conhecia de lado nenhum. Não que antes não fizesse isso, eu sou bastante extrovertida. Simplesmente tornou-se tão mas tão fácil iniciar conversa com pessoas que nunca vi mais gordas, mais magras, mais feias ou mais bonitas na vida, e isso notou-se grandemente quando cheguei em Portugal. Ainda hoje fui encomendar um pack novo de lentes de contacto e fiz ali uma amiga e já ela me estava a contactar para irmos fazer um inter-rail juntas(!) (I know right?)

Tens, contudo, o lado negro de te dares com pessoas. Estás sempre sujeito a más impressões que possas ter dado às pessoas mesmo que o tivesses feito sem querer (óbvio que fizeste sem querer porque ninguém está interessado em dar uma má impressão às pessoas quando as conhece), que elas não gostem de ti ainda que não percebes porque és tipo o Barney nº 2 (mas uma lição muito importante da vida é que, tal como tu não gostas de certas pessoas, é normal que tenhas pessoas que não gostem de ti. Se não gostares das pessoas que não gostam de ti, então, seriously, nem penses mais nisso. É para o lado que cada um dorme melhor, certo?), que te ponham em conflitos os quais viste surgir do nada, etc etc.

Mas mesmo este lado mau, vá, não é um lado mau, é simplesmente um lado com o qual vais ter que aprender a lidar, ensina-te sempre alguma coisa, mais não seja o tal ponto que foquei acima: aprender que lados queres dar, ou não, a conhecer às pessoas.

Point being: stick to your principles. Sabes que, por muito que às vezes tu não sejas da mesma opinião que as outras pessoas sobre ti mesmo/a, não há nada melhor que demonstrares-lhes que estão errados e só vais conseguir isto agindo sempre de acordo com a tua personalidade. Actions (always) speak louder than words!

sábado, 13 de Setembro de 2014

VFNO

A primeira edição foi a melhor. E digo-vos porquê. Brindes grátis EVERYWHERE. No ano passado a coisa escasseou e este ano, nem vê-los. 
CONTUDO, bebi uma excelente sangria de champanhe e frutos vermelhos na Zillian, comprei uns óculos de sol no Lx Market e vi muita rapariga a precisar de um apoio ali ao departamento da roupa.
Fora isso, obrigadinha Starbucks por me teres proporcionado a oportunidade de beber a minha primeira bebida de tamanho média por 1.85e.

terça-feira, 2 de Setembro de 2014

Li e gostei #3


Estamos de volta e em força. I mean, eu estou de volta. E em força. Tenho imeeeeeeeeeensos livros para ler. Lej go Rafaela!

Promete



Christopher Nolan NUNCA desilude.