A Rapariga do Vestido às Bolinhas

Não, não estou MIA, ando apenas super busy. No entanto, a ver se esta semana gravo mais um vídeo e faço a review do The Theory of Everything.
Até lá, have fun!

A partir de hoje, várias mudanças foram iniciadas na minha vida.
Wish me luck.

I'm writing a diary since December. First was just to get some track about what I was doing during the last month of the happiest year of my life.

Then it kinda became a friend. A good one. The type of friend that listens and doesn't judge. Now, it's three months I've been writing. It has been an amazing journey. I find myself so relieve everytime I'm so pissed the only way I can express myself is through words. Also, I found myself being terribly honest with myself because no one else will read what I wrote except for me. Therefore I just write everything that crosses my mind, I stopped giving a damn about what sometimes I think is an ugly thought. I just write. 

It's also an amazing instrument for you to know yourself better. So I seriously advise everyone to write a diary and to keep one. I'm not the kind of person that reads what has been written but I know that the moment I grab a pen and I start to get off one's chest I feel instantly better. And it's all about this.
Contém spoilers!

Bem. Vamos lá a ver se consigo escrever alguma coisa de jeito acerca do filme.

Para começar, overall, devo dizer que não é mau. Pelo menos, não tão mau como foi pintado em todo o lado (fartei-me de ler coisas negativas sobre o filme e, portanto, fui com as expectativas do mais baixo possível). O início é muito rápido e custa um bocado a escorregar (vá, façam lá todas as piadinhas fáceis que esta frase permite) mas depois torna-se fluído. Com isto quero dizer que no início é tudo muito precipitado. Julgo que a maior parte das pessoas que assiste ao filme sabe ao que vai, tal como sabemos que, de uma perspectiva real, é difícil proceder à adaptação de um livro minimamente grandinho sem se perderem alguns detalhes. Daí que num minutos está Anastasia a conhecer Grey e no momento a seguir está ele em cima dela a dizer-lhe "I don't make love. I fuck. Hard" (que, btw, foi um grande momento de comédia!).

Ouvi dizer mal da prestação de ambos, da química entre os dois... Não tenho grandes coisas a apontar. Acho que satisfaz e pronto. Sinceramente, óbvio que não se está à espera de uma obra prima. As pessoas criticam filmes como se no fundo, houvesse algo para criticar. Um filme só porque é filme pode ser criticado? Quero com isto dizer que faz sentido tecer um crítica a um filme que tenha conteúdo. Não é o caso deste. É daqueles que se vê e pronto (como aconteceu com o RPG, que eu mal conseguia dizer o quer que fosse acerca do filme a não ser que era mau). Tem cenas muuuito interessantes (if you know what I mean) mas, na verdade, não podem ficar à espera de assistir a um porno ligeiro porque não há nada de explícito-chocante e uma das coisas que sempre gostei no livro foi o facto de se falar no uso do preservativo. E no filme essa parte nunca foi esquecida (nem tudo é negativo).

O problema com a história é que pretende ser o que não é. Vejamos, no fundo, acredito que E. L. James queria que por trás de todo aquele sexo pudesse haver algo a que se agarrasse (sinceramente, é muito mau se uma pessoa simplesmente escrever só porque sim. Certo? Não iria dar-me ao trabalho de escrever um livro que, chegando ao fim, não se fizesse a mínima ideia da mensagem que tinha sido passada) e quase que se capta ali um vislumbre de matéria interessante para uma psicóloga. Grey é uma personagem que pretende ter alguma substância mas acho que a autora falhou redondamente ao fazê-lo. No entanto, no filme, há duas cenas em que quase que se consegue agarrar a algo que é quando Anastasia lhe pergunta porque é que ele não se abre para com ela e este lhe diz "because I'm fifty shades of fucked-up, Anastasia" (e o que raio significa isto?!) e quando ele lhe dá 6 palmadas muito fortes (assim muito ao estilo de Ninfomaníaca, parte 2) demonstrando o quão psicologicamente magoado tinha sido.

Concluindo, duas coisinhas para se terem em conta: preparem-se que vão sair com a vossa libido renovada (ahah) e o melhor do filme é, sem dúvida, a banda sonora.


Eu sou contra as compras desnecessárias mas claro que tenho aquelas paixões platónicas (tipo uma malinha preta da Chanel e do Michael Kors) que eu sei que nunca vão acontecer, então limito-me a babar para cima delas nas montras das lojas. Nevertheless, apaixonei-me, assim há coisa de dois meses, pelo iPod touch que é só lindo e cutxi-cutxi e cor-de-rosa e parece um iPhone e é tão fofinho e  já disse que é cor-de-rosa??

Bom.

Pensei em cometer uma loucura mas depois tive juízo e claro que não ia gastar 200€ num iPod quando eu tenho um (há 6 anos) em perfeito estado. O problema é que... A bateria do meu fofo dura qualquer coisa como 30 minutos (eeeeeee, já estou a ser muito generosa). Ou seja, tenho um iPod que dura tanto como a habitual queca de muitos casais, portanto, para que raio quero eu um aparelho que não cumpre a função para a qual foi designado? 

E não, não vou a correr comprar um iPod novo mas a verdade é que agora vejo um motivo para o fazer (coisa que não tinha antes) sem que me pese na consciência. WHAT SHOULD I DO!!

#firstworldproblems
#ahah